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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Namoro à distância: crescimento ou sofrimento?


Há sempre um momento na vida em que a presença nos sufoca, irrita, e até mesmo, nos faz desacreditar num relacionamento. Pode ser que não aconteça com todos, mas, no meu caso, foi assim!

Experimentei a decepção de morar perto e sentir um vazio... Ter a oportunidade de ver todos os dias e evitar os encontros, que, quase sempre, acabavam em discussão!

No entanto, não fiquei totalmente descrente de encontrar um novo amor... Não procurei, não insisti, mas também não quis evitar!

Numa recente viagem, tive mais uma oportunidade (palavra constante em minha vida) de dar uma segunda chance ao amor.

Claro, a princípio, não queria ceder e tampouco ACEITAR que nos veríamos quando desse, e não quando sentíssemos falta um do outro. Com isso, evitamos o que já naquele momento, era inevitável.

Não combinamos que seríamos namorados, não ajustamos as horas em que nos falaríamos e nem pensávamos na ponte aérea que seria nossa mais nova amiga. Simplesmente, aconteceu!

Hoje, eu morro de saudade de tê-lo comigo, passo os dias à espera de reencontrá-lo e dizer o quanto cresci nesse pouco tempo em que estamos juntos.

À pergunta namoro à distância: crescimento ou sofrimento, eu diria que existem as duas respostas.

Eu sofro quando não ouço a voz dele, não o tenho perto quando me dá vontade de chorar por algo que me deixou triste ou mesmo quando vejo um filme em que está retratada a nossa hostória e eu queria que ele visse comigo, e também por não sentir seu cheiro e não ter o seu abraço.

Mas, eu cresço quando olho no mapa a distância entre Brasília (meu lar) e Salvador (o dele) e me sinto forte ao encará-la com toda disposição, bom humor (apesar dos dias tristes), e com muita fé! É essa distância que me impulsiona a ter com rapidez a estabilidade necessária para estarmos juntos o mais breve possível. Hoje meu coração está na Bahia, apenas meu corpo pertence à Capital... "Preciso dele, sou dele, sem ele não sou".

Não posso deixar de agradecer à Deus por ter me dado esse presente tão lindo, que atende pelo nome de Artur, que me liga todas as noites, me passa a segurança que eu nunca senti e me faz a mulher mais feliz do mundo, mesmo distante!

Amor, obrigada!



Aos que não acreditam, apenas peço que não nos mandem energias negativas..

O resto, a gente sabe como superar!



"Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria"






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